Algum tempo atrás usar sites de relacionamentos era apenas uma diversão. Você entrava em uma rede social, encontrava amigos, participava de discursões em comunidades, colocava suas fotos do final de semana, etc..
Depois da eleição de Barack Obama, muita coisa mudou. As pessoas começaram a visualizar as redes socias, como forma de alavancar os seus negócios e começaram a procurar pessoas especializadas no assunto. Foi que surgiu a expresão “Analista de redes sociais” ou “Analista de Mídia Social” mais o que basicamente ele faz?
O objetivo do analista é entrar nas redes sociais Orkut, Twitter, Facebook … e ficar criando projetos para clientes, marcas, produtos e serviços afim de que as pessoas dessas Redes Sociais possam usar, comentar e indicar esses produtos.
E ai você pode se perguntar, “que trabalho legal, divertido, bacana, ficar entrando todos os dias em Orkut, Facebook, Twitter, Messenger?”. A satisfação é enorme para quem trabalha com mídias sociais, ouvir, interagir, comentar e ser participativo com a opnião das pessoas a respeito de algo que você criou ou monitora. Mas para quem acredita que trabalhar nesse área é algo simples esta muito enganado.
Twitter, Facebook, YouTube, blogs e, claro, orkut. Em um país viciado em redes sociais, ter um trabalho que começa com uma boa olhada em todas elas pode parecer bastante promissor: só no Brasil, segundo dados do Comitê Gestor de Internet, somos cerca de 50 milhões de usuários dessas ferramentas.
São espaços nos quais as pessoas buscam se agrupar por interesse e segmentam cada vez mais suas escolhas – o que, para as empresas, os torna ideais para atingir consumidores. E é aí que entra o cargo de Analista de Mídias Sociais
Não existe curso de graduação para um profissional de Mídia Social, ele nasce da integração online, do network virtual e da paixão por gostar de se comunicar através da web. Geralmente tem entre 18 e 25 anos, é um completo Geek, fissurado em leitura, entretenimento, notícias, novidades e velocidade da informação. Esse profissional é raro de se encontrar e muitas empresa já estão na caça desse perfil.
O texto foi retirado do site midiaboom e revistaInfo.
E você tem interesse em investir nessa carreira?
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17 Responses to Profissão: Analista de Mídia Social ou Analista de Redes Sociais
Teresa Fur
outubro 15th, 2009 at 12:20
Eu tenho investido sim, e investido pesado, pois este profissional tem que ter habilidade em várias áreas para realizar um bom trabalho.
Ainda são poucas pessoas com maturidade para trabalhar com redes sociais, falta responsabilidade, vivência para isso.
Pelo que vejo todos que trabalham com isso são meio que “multiprofissionais” sabem um pouco de tudo e do que não entendem estão dispostos a aprender.
Rafael Galdino
outubro 15th, 2009 at 12:56
Teresa,
Esse profissional é muito valorizado, só que a maioria das empresas ainda não acordaram para o poder que existe dentro das redes socias. Fiquei curioso em saber, quais os investimentos pesados que tem feito para se tornar uma profissional qualificada na área? Tem como você divulgar algumas das suas técnicas, para trocarmos experiências! Valeu!
Chico Montenegro
outubro 15th, 2009 at 13:00
Olá Rafael,
Parabéns pelo blog.
Quando for citar alguma fonte coloca o link da matéria original.
Abçs
Chico – Midia Boom
Rafael Galdino
outubro 15th, 2009 at 13:14
Olá Chico,
Estou colocando devidamente os créditos no link para material original do seu site.
Parabéns pelo MidiaBoom, está bem completo para 2 meses no ar. É isso aê.
Vamos trocar experiências!
abraços
Marisa Lemos
outubro 15th, 2009 at 13:46
Rafael,
Nâo vou responder à sua pergunta, mas vou comentar o artigo.
Eu não consigo concordar de maneira alguma com o último parágrafo. Óbvio que não existe curso de graduação para um profissional de mídia social, mas discordo dessa idéia errada do mercado digital (de uma forma geral) de que o profissional que trabalha com internet e com mídias sociais precisa ser jovem.
A internet como mídia, veículo, ambiente, ou de qualquer forma que queiramos pensá-la, está em constante desenvolvimento e evolução. Basta estar dentro do mercado e acompanhando esta evolução – e de preferência participando dela – para ser capaz de entendê-la, acompanhá-la e fazer parte do seu desenvolvimento.
Quando falamos de Midias Sociais, acho que dois pontos específicos precisam ser levados em consideração: se as ações desejadas são criar projetos para clientes, marcas, produtos e serviços, uma formação em marketing seria mais do que adequado, eu diria essencial.
Saber entender e atender necessidades dos clientes não se aprende sendo heavy user de msn, orkut, internet ou qualquer rede social. Eu diria que isso é uma idéia simplória, para não dizer equivocada.
O segundo ponto é que trabalhar com Mídias Sociais não significa apenas fazer virais, lançar promoções e concursos e dar oportunidades para que as pessoas interajam com as marcas.
É também cuidar desta interação, se relacionar com clientes/simpatizantes/apaixonados/detratores da marca, e para isso é preciso conhecimento, preparo e, de novo, formação. Não necessariamente, de repente, uma formação em relações públicas ou jornalismo, profissões em que as pessoas trabalham cuidando da imagem de empresas, mas uma formação pessoal e cultural que – sem querer cair também na armadilha do preconceito – muitas vezes (não todas, é claro) um profissional de 18 anos não vai ter. Até porque, com 18 anos ele mal entrou na faculdade.
Eu não acredito de forma alguma que mídias sociais é um trabalho para estagiários. Acho que a imagem da empresa é um assunto muito sério para ser tratado por uma pessoa que em geral está há pouco tempo na empresa e não fica muito tempo na mesma. Em muitas empresas são poucas as pessoas que podem falar por ela. Um cuidado mais que justificado, principalmente em uma era em que o que você fala é facilmente replicado e multiplicado, e não obrigatoriamente reflete uma posição oficial da organização.
As empresas precisam, claro, voltar seus olhos para as mídias sociais e se prepararem para elas, da mesma forma que há pouco tempo atrás precisaram se preparar para a internet. Precisam ser ágeis, transparentes, inteligentes, respeitar seus clientes e saber tratar aqueles que falam de suas marcas.
E para isso, precisam de mentes abertas na direção, agilidade nas decisões e de funcionários preparados, independente da idade que eles tenham.
Posso estar errada? É claro, pois eu também tenho muito o que aprender. Eu tenho quase 40 anos, um filho de menos de um ano que vai me dar banho em tecnologia no futuro, sou responsável pela área que cuida das mídias sociais na empresa em que trabalho – e tenho um estagiario que trabalha comigo.
Genilton Quintino
outubro 15th, 2009 at 15:20
para quem tem interesse em se aprofundar nisso aí vai o link da Jum Education, dica do Pedro Porto da Santa Clara, http://www.jumpeducation.com.br/
Rafael Galdino
outubro 15th, 2009 at 15:31
Olá Marisa,
Inicialmente gostaria de te agradecer pela visita. Fico muito feliz que profissionais qualificados como você estejam visitando meu blog. Vamos alguns questionamentos ok?
É fato que o público jovem passa horas e horas em redes socias, navegando através de Twitter, Facebook e Orkut. De certa forma ele já se encontra dentro desse nicho, desse ambiente. Por saber usar essas ferramentas com bastante facilidade. No artigo, eu citei que geralmente as pessoas com 18 anos e 25 anos são as indicadas para tal serviço pois são fissurados em leitura, entretenimento, notícias, novidades e velocidade da informação.
Isso não quer dizer que uma pessoa com 30, 40, 50 anos desenvolva essas habilidades e comece a atuar de forma profissional nesse segmento de mercado.
Em nenhum momento do artigo falei que o profissional teria que ser um estagiário, até porque ele está levando o nome e imagem da empresa para milhares de pessoas. Como você disse são poucas as pessoas nas empresas que podem falar por ela. A imagem realmente é algo muito sério, para entregar na mão de um estagiário que não tem nenhum vínculo empregatício e afetivo com a mesma.
O que você falou é uma verdade, cada vez mais as empresas precisam voltar seus olhos para as mídias sociais, é uma nova maneira de falar com seus clientes e divulgar a marca para milhares de pessoas. O profissional que tiver essa visão e sair na frente com projetos inovadores e rentáveis para as empresas, aproximando cada vez mais os clientes, terá com certeza sua carreira profissional garantida por alguns anos.
Teresa Fur
outubro 15th, 2009 at 16:19
Rafael, quando falo em pesados investimentos, nem falo em dinheiro e sim tempo, vontade, interesse e profissionalismo, praticamente tudo que aprendi foi sozinha… (inclusive hoje trabalho como social media, e fui contratada somente pela experiência no blog)
Bem… parto do princípio que este profissional deve dominar alguns campos técnicos:
1) texto: escrever muito. E sobre tudo. Blogs pequenos normalmente apreciam participações e muitas vezes anunciam que estão procurando parceiros ocasionais (hoje eu estou escrevendo p 2 blogs da empresa, um portal feminino, o blog Elas/Eles e eventualmente blog pessoal e já teve épocas que escrevi para 6 blogs simultaneamente e semanalmente) Escrever é exercício, só se escreve bem, escrevendo. Não tem fórmula, mas achar um estilo que agrade e se espelhar no início pode ajudar.
2) áudio: só agrega ao trabalho. Um podcast bem feito pode fidelizar seu público. É necessário dominar ao menos um software básico de edição.
3) foto (vetor/imagem) – não precisa ser fotógrafo profissional, basta dominar as configurações de uma camera digital (com excelente resolução, por favor) e um pouco de bom gosto. Um software de vetorização (corel, illustrator,…) e de edição de imagem (photoshop, corel photopaint, gimp,..) fazem toda diferença para um trabalho fotográfico/vetorial bem feito.
4) vídeo: mesmo princípio da foto. Basta dominar as configurações da sua camera, seja do celular, da cam fotográfica e um software bom de edição. E, claro, sempre, bom gosto.
…ter sólidos conhecimentos em:
5) seo: entender como a otimização para os buscadores funciona ajuda e muito os seu conteúdo a ser localizado. E vamos combinar, se estamos escrevendo algo na web, é pq queremos que alguém leia
Não precisa fazer nenhum curso não, preciso mesmo é interesse, seguir alguns profissionais no twitter, assinar alguns feeds, trocar informações.
Estamos na era do compartilhamento de informações. Praticamente tudo que tu precisa saber está na rede.
6) design: alguém retorna visita a um site com design tosco? feio? de leitura ruim? cores mal trabalhadas?
Sei não, eu até curto conteúdo de uns sites assim, mas sabe, faz tempo, muuuito tempo que desisti de acessar.
E alguma idéia de:
7) programação: você como profissional de social media, vai precisar contratar gente para fazer um site, programar um blog, inevitavelmente. Programação não é sua função. De programadores picaretas e enrolões o mundo está cheio, você precisa saber o básico para não ser enganado/conseguir contratar pessoas/empresas qualificadas.
Para entender como funciona o dia de um profissional de Social Media é legal ler essa matéria: http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/2009/10/02/a-geracao-y-no-trabalho-midias-sociais-etc-e-tal/
Enfim, essa é bem a parte “técnica” da coisa… outra hora falo da parte de características pessoais
*praticamente um post ehehehheh, não liguem se acharem algum erro, não tive tempo de revisar, estou no trabalho
[]s
@teresafur
Rafael Galdino
outubro 16th, 2009 at 6:32
Teresaaa
Estou logo te avisando, é um prazer ter você aqui nos comentários. Você enriqueceu o post com suas dicas e técnicas sobre rede sociais. Nem preciso comentar cada tópico, pois tenho o mesmo pensamento.
Hoje em dia não existe um curso e sim algumas técnicas básicas que devem ser seguidas pelo profissional que vai atuar nesse segmento.
Fantástico o “post-comentário” que você fez acima. Estou até pensando em escrever algo sobre o assunto. Qualidades que um bom profissional de redes sociais deve ter. Foi bastante incentivador ehehe
Abraços
Teresa Fur
outubro 16th, 2009 at 10:43
Valeeeeus
Complementando…. acho que uma formação universitária em comunicação é bem vinda (eu sou publicitária), porém não restritiva, conheço gente de outras áreas que se dá muito bem em social media.
Com o que percebo do mercado e pudesse aconselhar alguém, diria para fazer um tecnólogo em Propaganda e especialização em Psicologia da Comunicação e Sociologia.
Tu vais ter um contato direto, precisa entender de gente, de comportamento individual, comportamento de massa. Redes Sociais, computadores, celulares, são só ferramentas com ferramentas para restringir conteúdo não desejado.
Sobre o que a Marisa comentou de idade, acho sim que a maturidade é necessária, mas não tem exatamente a ver com a idade… Veja bem, as principais características (pessoais) desse profissional batem exatamente com o perfil da geração Y. Como no link que mandei anteriormente, esse profissional tem que ter um “estilo de vida” que acompanhe esse ritmo acelerado, não adianta dominar relacionamento, gestão, se não conseguir usar os canais adequadamente, cada um tem seu próprio estilo, linguagem, tribo.
Tem que ser bem contrabalançado: tecnologia e relacionamento.
Bem, falei demais de novo ehehehehhehe
Escreva siiiiiiiiiiim, é bacana pra quem está começando.
[]s
@teresafur
Marisa Lemos
outubro 19th, 2009 at 10:17
Teresa,
Concordo com seus posts e acho, como o Rafael, que eles acrescentaram bastante sobre as qualidades que um profissional de Mídias Sociais deve ter.
Também acho que, como você disse, o profissional precisa saber usar os canais adequadamente, independente de idade.
Já quando você fala do “estilo de vida que acompanhe esse ritmo acelerado”, creio que corresponde ao que eu quis dizer com “estar dentro do mercado e acompanhando esta evolução”.
Ou seja, estamos em sintonia.
Rafael, eu sei que em nenhum momento você falou que o profissional deveria ser um estagiário, mas, geração Y à parte (sendo eu uma grande admiradora desse pessoal, vamos deixar bem claro!), o que eu fiz foi associar a faixa etária mencionada, “entre18 a 25 anos” a estagiários, pois pelo menos entre 18 e 21, é o que serão, certo?
Na empresa em que trabalho já contratamos pessoas antes do término da faculdade. E é claro que, como disse a Teresa, maturidade não obrigatoriamente tem a ver com idade.
No meu post, eu estava relacionando idade/cargo x tempo de empresa/conhecimento da mesma x necessidades específicas da função, como ser “a voz” da empresa. Eu realmente acredito que algumas dessas necessidades precisam, sim, de um profissional um pouco mais experiente.
Isso é o que defendo: não vamos aplicar rótulos a uma função (ou até melhor, “missão”) que tem necessidades tão amplas e que evoluem constantemente.
Talvez seja justamente por isso que as empresas estejam achando que “Esse profissional é raro de se encontrar”: porque estão limitando seu campo de visão.
abs,
Marisa
Susana
outubro 20th, 2009 at 0:46
Olá
Eu acho que vocês deveriam conhecer o curso de estudos de mídia da UFF. Não é um curso voltado para a formação de analista de mídia sociais e sim para pessoas que estudam a mídia (como o nome do curso diz). A primeira turma se formou no final de 2008, o curso foi criado pensando nessa novo cenário midiático das mídias e a recente demanda por analistas de mídia comprova que a UFF estava na frente com a criação dessa graduação.
Claro que eu sou aluna do curso, mas não estou fazendo propaganda pessoal já que a minha área de atuação nada tem a ver com analista de mídias. Estou aqui mesmo para fazer esse curso ser conhecido pro vocês que são da área
portal com produção dos alunos: http://www.uff.br/portalmidia/
site do curso: http://www.uff.br/ecmidia/
Marisa, saudades de trabalhar com você. Quer dizer na mesma sala que você rss. Não sei se você chegou a conhecer o Kenzo. Estagiário de pós-venda, também do curso de Estudos de mídia. Ele está seguindo essa área de analista de mídia. Agora é estagiário da ideias sa e está crescendo bastante. Vale a pena manter o contato com ele @kenzoreal , é legal ver que nós estagiários estamos crescendo e ficando fortinhos.
Bjs
Susana
Susana
outubro 20th, 2009 at 0:55
Nossa! Comentar 2h am, deixa o nosso texto cheio de erros de português.
Marisa Lemos
outubro 30th, 2009 at 13:47
Oi, Suzana.
Sim, lembro do Kenzo e já estive em um evento sobre Mídia Social promovido pela agência em que ele trabalha.
Aproveitando para dar uma atualizada no assunto, outra pessoa que defende uma formação em comunicação para este profissional: Patricia Moura, @missmoura, no viralzinhocomfritas:
O post é excelente e explicita bem as características necessárias ao profissional.
Abraços!
André Damasceno
dezembro 30th, 2009 at 12:28
Olá Rafael, muito bacana o texto, temos algo interessante para poder compartilhar com você sobre esse assunto, onde o Colunista Felipe Morais discutiu sobre esse tema no seguinte artigo http://www.omelhordomarketing.com.br/index.php/2009/10/14/a-nova-profissao-especialista-em-redes-sociais
Abraços
Bruno André
janeiro 6th, 2010 at 22:54
Bom, apenas para fazer um comentário sobre os posts, achei muito interessante o comparativo de idade X conhecimento de mídias sociais…
Comecei a usar internet pouco antes (1996 com 16 anos) do boom no Brasil, na época que a moda era BBS e mIRC e a Web estava engatinhando com seus sites estáticos.
Desde então nunca mais consegui ficar offline mais que uma semana (isso quando saio de férias e viajo)… Normalmente levo meu notebook e dou um jeito de logar “só pra ver se tem e-mail”.
Tenho acompanhado esse crescimento das redes sociais e desde então, ainda na faculdade de Administração da PUC-Rio, decidi que era nesse mercado que eu queria me especializar. Foi pensando nisso que esse ano comecei uma pós-graduação em Marketing Digital na Infnet (primeira turma do curso: http://www.infnet.edu.br) aqui no Rio. O curso não é só sobre redes sociais, mas engloba todo o trabalho de gestão usando diversar ferramentas digitais, sejam elas redes, blogs, mobile, etc.
E é pensando exatamente nesse mercado que eu busquei uma profissionalização. Apesar de termos muita troca de conhecimento on-line, muito desse conhecimento não tem embasamento. O que mais se vê na rede são jovens dizendo ser experts em mídias sociais. É importante ter essa estrutura por trás, principalmente no mercado de hoje que está mais e mais acirrado. As empresas vão dar preferência para profissionais que tenham uma formação “oficial” ao jovem que diz saber de tudo sendo auto-didata on-line. Ainda existe esse tradicionalismo no mercado.
Mas quero dar os parabéns ao Rafael pelo post e agradecer as “dicas” de competências que preciso aprender… Afinal não podemos nunca dizer que sabemos tudo. A vida é um eterno aprendizado.
Gilberto vieira
janeiro 18th, 2010 at 8:41
Olá achei ótimo os posts acima, esclarecem muito sobra a necessidade que está surgindo dentro das empresas dessa nova forma de publicidade, pois alem de ser uma publicidade barata, ela é rápida e eficiente.
Gostaria de saber o que realmente faz um analista de mídia social, qual a sua rotina diária, ele seria apenas um divulgador da marca ou faz uma propaganda mais ativa e agressiva, como entrar em blogs e ficar perguntando as pessoas o que acha de tal empresa, uma certa pesquisa de mercado virtual?